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Morreu a duquesa de Alba
Únicas - Ordem do dia
21-11-2014


Cayetana Fitz-James Stuart
Cayetana Fitz-James Stuart
A duquesa de Alba morreu ontem. Cayetana Fitz-James Stuart, a mulher detentora de mais títulos nobiliárquicos, tinha 88 anos. O estado de saúde da aristocrata tinha-se agravado nos últimos dias e a presença de amigos e familiares na sua residência, durante o dia de ontem, levou a que a imprensa espanhola se reunisse à porta do palácio de la Dueñas, em Sevilha.

A morte da duquesa foi confirmada pelo alcaide de Sevilha: «Dona Cayetana sempre teve Sevilha no seu coração e, portanto, permanecerá no coração de Sevilha. Descanse em paz», refere a revista Hola.

Embora o estado de saúde da duquesa se tenha agravado nos últimos dias, resultado de uma infecção pulmonar, o «desejo expresso» da sua família levou a que tivesse alta hospitalar e fosse levada para casa, com acompanhamento médico de cuidados intensivos.

A chegada de várias garrafas de oxigénio ao palácio fez soar, ainda mais, os alarmes entre a imprensa espanhola, que se juntou à porta de casa da duquesa, estando presentes cerca de 50 jornalistas, fotógrafos e reportes de imagem.

A duquesa, a quem os homens não resistiam, casou três vezes, e até o Picasso a quis pintar nua.

Muito elogiada pela sua beleza quando era jovem, Cayetana de Alba tinha tantos pretendentes que as suas amigas lhe chamavam «a lâmpada», devido à quantidade de homens que procuravam a sua companhia, como insectos à volta de uma luz.

Na sua autobiografia, publicada em 2011, a própria duquesa de Alba dizia: «Os homens sempre vieram até mim. Talvez seja feio dizê-lo, mas não houve nem um homem que me tenha interessado que me tenha resistido».

O seu primeiro amor foi o jovem toureiro Pepe Luis Vázquez, mas o romance foi proibido pelo pai de Cayetana, o XVII duque de Alba, Jacobo Fitz-James Stuart e Falcó. O duque escolheu para a filha o advogado Luís Martínez de Irujo y Artázcoz, filho dos duques de Sotomayor. O casamento celebrou-se em 1947 na catedral de Sevilha.

Cayetana tinha 21 anos quando casou, e teve com o duque consorte os seus seis filhos, ao longo dos 20 anos que se seguiram.

Foi durante o seu casamento com Luís Martínez de Irujo que Picasso a quis pintar nua. O marido não permitiu e o projecto foi abandonado.

Aos 46 anos ficou viúva e o seu segundo casamento foi com um ex-sacerdote filósofo, Jesús Aguirre, em 1978, no Palácio de Líria. O casamento durou 23 anos, durante os quais Jesús Aguirre foi uma presença estável na vida da duquesa e dos filhos dela, enquanto estes passavam por processos de divórcio e casamento. Aguirre dedicou grande parte do seu tempo a organizar o grande arquivo dos Alba.

A duquesa ficaria viúva de novo em 2001. Sete anos depois, em 2008, Cayetana de Alba começava uma nova paixão. Reencontrou o antigo conhecido Alfonso Díez Carabantes, funcionário público na casa dos 50 anos.

Começaram uma relação que causaria o espanto e a desaprovação dos filhos, que pressionaram a duquesa para deixar Alfonso. Mas Cayetana de Alba não deixou que a proibissem de estar com quem queria, como tinha acontecido aos seus 20 anos. Os dois casaram em 2010, apesar da desconfiança de todos os filhos da Duquesa.

Tida como uma mulher de têmpera, a duquesa de Alba morreu ontem. Estava acompanhada pelo seu marido e pelos seus filhos.



 
 
 
 
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