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Isabel II é a monarca britânica com reinado mais longo
Únicas - Ordem do dia
09-09-2015


Mais de 63 anos a reinar
Mais de 63 anos a reinar
A rainha Isabel II torna-se hoje na monarca com o reinado mais longo da história britânica, apesar da ausência de celebrações oficiais para marcar o acontecimento.

Assim, hoje será um dia normal - business as usual - para a soberana de 89 anos, que tem marcada uma sóbria inauguração de uma nova linha ferroviária na Escócia, sem estar prevista qualquer parada ou multidões.

O resto do dia será passado no castelo de Balmoral, a residência de Verão, sempre na companhia do marido, príncipe Filipe, de 94 anos, também ele detentor do recorde de consorte mais velho e com a mais longa permanência em funções.

Para Isabel II, o recorde do mais longo reinado britânico será alcançado pelas 17h30m horas, quando forem ultrapassados os 63 anos e 216 dias - ou, para se ser mais preciso, 23.226 dias, 16 horas e cerca de 30 minutos - que a trisavó, rainha Victoria, permaneceu no trono até à morte, a 22 de Janeiro de 1901.

Apesar do detalhe, a hora é apenas uma estimativa, pois é difícil saber o momento exacto em que herdou a coroa do pai, o Rei Jorge VI, que morreu a 6 de Fevereiro de 1952.

Nascida a 21 de Abril de 1926, Lilibet, como era chamada na infância, ascendeu ao trono por acaso.

Após apenas 325 dias no poder, o tio Eduardo VIII abdicou em 1936 para casar com Wallis Simpson, uma americana divorciada, deixando a coroa ao irmão, que se tornou rei Jorge VI, colocando no topo da linha de sucessores a primogénita, Isabel, que então ainda era uma criança.

Isabel casou-se em 1947 com Filipe, com quem teve ao todo quatro filhos (Carlos, Ana, André e Eduardo) e cinco anos depois tornou-se rainha devido à morte prematura do pai aos 56 anos.

Assistiu à reconstrução do país após a Segunda Guerra Mundial e aos choques financeiros dos anos 1970 e 1980 e à violência e acordo de paz do conflito na Irlanda do Norte.

Testemunhou e sentiu os efeitos da transformação da sociedade, nomeadamente da vida familiar: em 1992, os filhos Carlos e André e a princesa Ana divorciaram-se, levando a monarca a apelidar aquele de annus horribilis.

O ano de 1997 terá sido o período mais difícil do reinado devido às circunstâncias da morte da princesa Diana num desastre de automóvel em Paris, que culminou uma série de escândalos ligados à família real, mas a rainha soube recuperar a estima dos britânicos nos anos que se seguiram.

As celebrações do Jubileu de Diamante, em 2012, quando comemorou os 60 anos de reinado, confirmaram que a sua popularidade junto dos súbditos, cuja larga maioria aprova o seu papel de chefe de Estado.




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