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Papa quer «integrar» casais em união de facto e divorciados
Deveres e Direitos - Internacional
11-04-2016


Tolerância e respeito
Tolerância e respeito
Na exortação apostólica Amoris Laetitia (A Alegria do Amor), o papa Francisco esclareceu que os casais em união de facto e os divorciados que se voltaram a casar «não são excomungados» e que os homossexuais devem ser «acolhidos com respeito».

O Papa Francisco defendeu que os casais naquelas circunstâncias devem ser «mais integrados» na Igreja e que, em matéria de sexo e casamento, os católicos devem guiar-se por uma «consciência esclarecida». São considerações da exortação apostólica Amoris Laetitia, já divulgada e considerada como a mais importante tomada de posição do Papa Francisco desde o início do seu pontificado.

Na sua intervenção, o Papa continuou a considerar «preocupante que hoje muitos jovens não tenham confiança no matrimónio e convivam adiando indefinidamente o compromisso conjugal, enquanto outros põem termo ao compromisso assumido e imediatamente instauram um novo». Porém, acolheu «as considerações de muitos padres sinodais que quiseram afirmar que 'os baptizados que se divorciaram e voltaram a casar civilmente devem ser mais integrados na comunidade cristã sob as diferentes formas possíveis, evitando toda a ocasião de escândalo», acrescentando mesmo que «a lógica da integração é a chave do seu acompanhamento pastoral (...)».

«São baptizados, são irmãos e irmãs», lembrou, precisando que o seu envolvimento na vida da Igreja «pode exprimir-se em diferentes serviços eclesiais, sendo necessário, por isso, discernir quais das diferentes formas de exclusão actualmente praticadas» devem ser eliminadas. E foi claro a esclarecer que os divorciados «não são excomungados».

A mesma lógica é aplicada aos casados apenas pelo registo civil e às uniões de facto: «é preciso enfrentar todas estas situações de forma construtiva, procurando transformá-las em oportunidades de caminho para a plenitude do matrimónio e da família à luz do Evangelho», defendeu o papa.

Francisco foi igualmente claro na censura de quaisquer comportamentos discriminatórios com base na orientação sexual: «desejo, antes de mais nada, reafirmar que cada pessoa, independentemente da própria orientação sexual, deve ser respeitada na sua dignidade e acolhida com respeito, procurando evitar qualquer sinal de discriminação injusta e particularmente toda a forma de agressão e violência».




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