O difícil faz-se, ao impossível dá-se-lhe um jeito Google

Escrivanha

O técnico português
O técnico português
Por Antunes Ferreira
Como costumo fazer (quase) sempre, alinho à minha frente uma panóplia de temas que entendo que podem dar comentário. É um procedimento meu, que entendo ser válido e outros absolutamente não. A possibilidade de opção é para mim uma das componentes – talvez a mais importante… - da Liberdade e da Democracia, por isso entendo que os crimes de opinião foram e são um malogrado exemplo das ditaduras nelas incluindo naturalmente a salazarenta.
Sempre em língua Portuguesa
Sempre em língua Portuguesa
Por Antunes Ferreira, em Goa
Hoje vou contar um milagre verdadeiro. Não acredito em milagres, mas neste podem acreditar que sim, que é. Trata-se do Almanac de Parede que acaba de completar 113 anos sempre em língua portuguesa. A família Correia foi a sua fundadora. Reporto-me a um excelente texto assinado por Karsten Miranda na revista semanal de OHERALDO de que já escrevi um texto.
 
Uma das mais antigas cidades do estado
Uma das mais antigas cidades do estado
Por Antunes Ferreira, em Goa
Um destes dias fui a Margão considerada a segunda cidade do estado de Goa. É mais populosa do que Panjim, mas nunca teve aspirações a ser capital. Recordo o que aprendi em 1980 em que vim à terra que me enfeitiçou, pela segunda vez, já que a primeira goesa que também o fez é a minha mulher Raquel. Tenho falado tanto dela (dela, da minha cara-metade). Margão é interessante e de certa forma empolgante.
<i>OHERALDO</i>
OHERALDO
Antunes Ferreira, em Goa
Corre tranquilo o Mandovi a caminho do oceano Índico que o espera. Está uma noite deliciosa, não faz muito calor e até desliza uma brisa, termo que aqui é muito usado… quando ela ocorre. No rio os barcos casinos fosforejam num arraial de cores; há tempos, mais precisamente dois anos, pude ler em OHERALDO que o Governo do estado ia proibir os navios onde funcionam os casinos; mas foi sol de pouca dura; o turismo, a segunda fonte de receitas de Goa, tem muita força, a corrupção também e eles lá estão, carregados de luzes que anunciam a riqueza, a felicidade e a plenitude para toda a vida. Isto é, para se encherem de rupias ou preferencialmente de dólares, de euros ou de libras inglesas, moedas correntes em Goa paralelamente com a indiana.
 
 Escrivanha - 17-01-2016
Cuidados de Saúde
Cuidados de Saúde
Por Antunes Ferreira
Mau-olhado diria a minha avó materna Maria da Assunção Prata Antunes, natural da aldeia da Ponte na Beira Baixa. Era dada ao exoterismo sem saber o que era e como era. E acreditava em bruxas, o que originava uns sorrisos de comiseração do meu avô Braz Antunes, o senhor tenente da Guarda Fiscal que ia ao pálio nas procissões. E que tinha uns bigodes encerados apontando para cima. Pequeninha e enrugada assim sempre me lembro dela e em momentos menos felizes ou mais complicados recordo o responso de Santo António para encontrar coisas perdidas ou a novena ao santo Padre Cruz para curar todas as maleitas – e sem mezinhas, apenas com rezas e devoção.
O ministro da Cultura
O ministro da Cultura
Por Antunes Ferreira
É raro ouvir um ministro de um Governo da Esquerda dizer que está à espera de um «milagre». Mas isso aconteceu em Viseu. Explique-se. Foi na sessão de apresentação das comemorações do centenário do Museu Nacional Grão Vasco que vai acontecer em 16 de Março – e o «culpado» chama-se João Soares, ministro da Cultura. Membro da Maçonaria, tem uma herança muito difícil: é filho de Mário Soares e isso diz tudo.
 
O Ano Novo
O Ano Novo
Por Antunes
Ponto final nos réveillons, nas farras no Casino, no smoking, nas noites de loucura, nos confettis e no champagne Veuve Clicquout. Este ano, Julião Costa, Costinha para os amigos e alguns conhecidos, decidira que passaria o ano em casa, com a amantíssima Carlota e a prole composta de dois machos (salvo seja): o Tonecas e o Quim Mané, e de uma fêmea, a Luisinha. Compravam-se umas carnes frias, faziam-se umas mini sandochas de pão de forma, roubavam-se ao aparador umas nozes sem casca, umas amêndoas idem e avelãs aspas, as passas (doze para cada um dos Costas) e uma garrafa de espumoso, que era mais barato, mas também tinha bolhinhas. Sem ironia era o que se chamava uma decisão irrevogável.


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