Por Paula Sanchez
Em pleno mês de férias e beneficiando da publicidade da inauguração, ocorrida a 30 de Julho, o Museu de Arqueologia do Vale do Côa está a ser visitado por uma média de 200 pessoas por dia. À semelhança do que acontece em outras zonas do País com equipamentos públicos semelhantes – piscinas, mercados, cine-teatros, polidesportivos - que ficaram à espera de rentabilização, o novo Museu de Foz Côa tem todas as condições para se transformar no mais recente e luxuoso elefante branco lusitano.
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Imagens inéditas da primeira pintura de um urso encontrada na arte rupestre portuguesa, que poderá ter 11 mil anos, vão ser divulgadas em Setembro no congresso internacional IFRAO 2010, em França. As imagens da pintura do ursídeo, descobertas em Góis, vão ser apresentadas pela Associação Portuguesa de Investigação Arqueológica (APIA).
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O Museu da Electricidade, em Lisboa, recebeu mais de 100 mil visitantes no primeiro semestre de 2010, o que representa um aumento de 23 por cento em relação ao ano anterior. O espaço cultural, propriedade da Fundação EDP, contou 100.871 visitantes até ao dia 18 de Julho quando durante todo o ano de 2009 tinha registado 130.307 visitantes. |
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O egiptólogo Luís Araújo vai demonstrar, hoje e amanhã, como se analisa uma múmia egípcia ptolomaica. É no Museu Arqueológico do Carmo, em Lisboa, durante a Festa da Arqueologia.
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As quatro monumentais tapeçarias comemorativas da conquista de Arzila e Tânger pelo rei D. Afonso V estão reunidas e expostas no Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), em Lisboa. Dois dos enormes panos, cada um com cerca de quatro metros de altura por dez de largura e tecidos em lã e seda, já estiveram no país, mas é a primeira vez que os quatro estão reunidos em Portugal desde o século XVII.
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