Os acidentes ocupam o primeiro lugar nas causas de morte e incapacidade temporária e permanente em crianças e jovens. Associados aos elevados custos pessoais, familiares, sociais e económicos, aqueles são já tidos como um grave problema de saúde pública. (Com Vídeo)
Tem sido desenvolvido um grande esforço para evitar a ocorrência de situações propícias aos acidentes, tanto através do desenvolvimento de equipamentos mais seguros, como pela aprovação de leis que minimizem os riscos. Contudo, estas intervenções, por passivas, são insuficientes para evitar os acidentes.
A protecção da criança requer obrigatoriamente a participação dos pais, pois são eles quem controla o espaço doméstico e define as regras de segurança em casa. A sua intervenção activa é, pois, fundamental na vigilância das crianças em muitas situações, nomeadamente praia e piscina, sobretudo nesta altura do ano, mas também na implementação de medidas de segurança no ambiente doméstico, incluindo com protectores nas tomadas, cancelas em escadas e tapa lareiras. A educação para a segurança também é muito importante, ensinando as crianças a conviver com os diferentes riscos que as rodeiam: usar um fogão ou esquentador, atravessar a rua, encher uma banheira.
Os afogamentos, aliás, são a segunda causa de morte acidental em crianças e jovens em Portugal, como, aliás, o SexoForte.net já noticiou. Ocorrem principalmente em ambientes familiares como a banheira, piscina, lago de jardim, poço, tanque, rio, praia ou mesmo baldes ou alguidares. A morte por afogamento é rápida e silenciosa, pelo que bastam alguns segundos, para haver um desfecho trágico.
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