A jovem austríaca, hoje com 22 anos, que esteve oito anos em cativeiro vai lançar, amanhã, uma autobiografia onde conta o drama que viveu e que, em Agosto de 2006, chocou o mundo. Natascha Kampusch revela no livro que era agredida cerca de 200 vezes por semana e era obrigada pelo seu raptor a trabalhar quase nua.




Esta obra narra a história de Louis Ives, um jovem cavalheiro, ao jeito de um personagem de Scott Fitzgerald, que ensina Literatura Inglesa num colégio privado em Princeton… até ao dia em que é apanhado a vestir o sutiã de uma colega (em plena sala de professores) e é despedido. Mas é também a história de Henry Harrison, um velho cavalheiro, ao jeito de um personagem de Hemingway, dramaturgo brilhante mas fracassado, viajante incansável mas falido, que ganha a vida como «homem extra» (um acompanhante de velhinhas de alta sociedade) e com o aluguer de um quarto no seu diminuto apartamento em Manhattan.
Um Amor em Segunda Mão, da autoria de Isabel Wolff e com a chancela da Contraponto, conta a história de Phoebe Swift, uma especialista em história da moda que decide deixar o seu emprego na prestigiosa leiloeira Sotheby’s para abrir o seu próprio negócio, uma pequena loja de roupa vintage no Sul de Londres, chamada Vintage Village.
O escritor argentino Rodolfo Fogwill morreu no sábado aos 69 anos, em Buenos Aires. Um provocador recheado de manias, que gostava de ser chamado apenas pelo apelido, para se assemelhar à forma como eram tratados Sócrates, Platão ou Aristóteles. Fogwill era considerado um dos três escritores argentinos mais prestigiados da actualidade.
Os Lusíadas de Luís de Camões foram traduzidos para mirandês. A obra, do investigador Amadeu Ferreira demorou oito anos a concluir e vai ser apresentada, em 17 de Setembro, no âmbito das comemorações do Dia da Língua Mirandesa, 11 anos após o reconhecimento como língua oficial em Diário da República. 


















