A Associação de Defesa do Consumidor (DECO) aconselhou os encarregados de educação a gastarem apenas o necessário neste período de regresso às aulas, deixando as despesas que podem ser evitadas para alturas como o Natal. «Temos de pensar nas despesas que são necessárias no regresso às aulas, e aqui estou a falar nas propinas, nas matrículas, nos livros obrigatórios, em determinado tipo de materiais escolares que obrigatoriamente têm de ser adquiridos. São despesas que não podem ser evitadas», disse o jurista da DECO Paulo Fonseca.